Oposição e sociedade civil defendem auditoria independente e contagem paralela nas eleições gerais de 2027

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Em Luanda, a Conferência Nacional sobre o Processo Eleitoral juntou oposição, sociedade civil e especialistas para discutir reformas que reforcem a transparência, a fiscalização e a credibilidade do escrutínio de 2027.
Pontos-chave
Partidos da oposição e organizações da sociedade civil estão a discutir, em Luanda, a criação de mecanismos independentes para fiscalizar o registo eleitoral e o apuramento dos votos nas eleições gerais de 2027, incluindo auditoria ao ficheiro de cidadãos maiores, acesso aos cadernos eleitorais e contagem paralela.
[3] Correio Kianda[2] Correio KiandaNa conferência, o líder do Bloco Democrático, Filomeno Vieira Lopes, defendeu que preparar bem as eleições é a forma mais eficaz de prevenir fraude e de reduzir riscos de contestação, enquanto o presidente do PDP-ANA, Abreu Capitão, pediu auditoria independente ao registo e ao apuramento, com maior descentralização do processo.
[3] Correio Kianda[1] Novo Jornal
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O encontro, promovido pelo Bloco Democrático, PDP-ANA, PPA e PNSA, deverá produzir uma carta de recomendações, um manual para delegados de lista e agentes de fiscalização e uma plataforma conjunta de monitoria cívica; em paralelo, a campanha de actualização do registo eleitoral começou em 15 de Junho de 2026 e a CNE já autorizou produção de material eleitoral para 2027.
[2] Correio Kianda[3] Correio Kianda



