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Resumo: Sete pescadores de Cabinda presos no Gabão em 2023 por pesca ilegal regressam após indulto obtido por João Lourenço; dois precisam de cuidados médicos.
Na tarde de 13 de maio, um avião da Força Aérea aterrou no aeroporto “Maria Mambo Café”, em Cabinda, trazendo sete pescadores detidos no Gabão desde 2023 por violarem a fronteira marítima. A libertação resultou de um indulto solicitado pelo Presidente João Lourenço durante visita a Libreville.
Identificados como Francisco António, Pedro Pucúta, Gomes Barros, Passy Leandro, Emílio Mangovo, António Manuel e Esteves Casimiro, os pescadores têm entre 30 e 57 anos. Foram condenados a mais de um ano de prisão depois de serem flagrados em actividades de pesca ilegal dentro dos limites gaboneses.
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No aeroporto, a governadora de Cabinda, Suzana de Abreu, deu as boas-vindas e alertou: “A pesca fora dos limites marítimos é um acto ilegal.” Pediu aos recém-chegados que se tornem mensageiros de consciencialização e garantiu apoio provincial para promover uma pesca sustentável e boas relações com países vizinhos.
Dos sete libertados, dois apresentam quadro clínico preocupante. Uma equipa médica provincial avaliou-os logo após o desembarque; ambos continuarão tratamento até recuperação total. Os restantes passaram por triagem de rotina e receberam aconselhamento sobre saúde e segurança antes de regressarem às comunidades.
Gomes Barros descreveu as condições da prisão gabonesa como “péssimas” e agradeceu ao chefe de Estado: O episódio reacende debate sobre fiscalização marítima; autoridades reiteram intensificar patrulhas e aplicar sanções a quem reincidir em pesca ilegal.
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