Petelo Fidel destaca papel de escritores angolanos na valorização da cultura africana em conferência da AAL

Imagem: ANGOP
Resumo: O crítico literário defendeu, em Luanda, que a negritude e vários autores angolanos ajudaram a denunciar o colonialismo e a afirmar a identidade cultural africana.
Pontos-chave
O crítico literário Petelo Fidel afirmou, numa conferência da Academia Angolana de Letras (AAL), que escritores como Agostinho Neto, Luandino Vieira, Pepetela, Deolinda Rodrigues, Uanhenga Xitu e Boaventura Cardoso contribuíram, através das suas obras, para denunciar o colonialismo e valorizar os valores culturais africanos.
[1] ANGOP[2] Jornal de AngolaSegundo os dois relatos, Petelo Fidel enquadrou a negritude como um movimento cultural, artístico, ideológico e literário surgido na década de 1930, em Paris, entre estudantes africanos, com raízes num processo anterior de afirmação da identidade negra nos Estados Unidos da América.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola
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A conferência, promovida pela AAL no ciclo “Conversas da Academia à Quinta-feira”, reuniu académicos de Angola, Bélgica, Brasil, Moçambique e Portugal. As fontes indicam ainda que a próxima sessão está marcada para 5 de Novembro, às 19h, com intervenção do historiador Marcelo Bittencourt sobre “Colonialismo, luta de libertação e historiografia”.
[1] ANGOP[2] Jornal de Angola



