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Resumo: PRA-JA realizou o I Congresso em Luanda, elegeu Abel Chivukuvuku presidente e fixou meta de governar ou co-governar Angola em 2027.
Entre 19 e 22 de maio de 2025, o PRA-JA Servir Angola reuniu 750 delegados em Luanda no seu I Congresso Constitutivo. Legalizado em outubro de 2024, o partido passou cinco anos em disputa judicial até obter o acórdão favorável do Tribunal Constitucional, abrindo caminho para a eleição da sua liderança definitiva.
No acto eleitoral de 19 de maio, Abel Chivukuvuku venceu com 660 dos 675 votos válidos (98 %), derrotando Francisco Canga. O ex-líder da CASA-CE e antigo deputado da UNITA torna-se assim o primeiro presidente do PRA-JA e promete estruturar a sigla em todas as províncias e diáspora até ao fim de 2026.
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Na abertura, Chivukuvuku evocou Papa Leão XIV e prometeu “construir pontes”, frisando que em 2027 o partido será Governo ou parte do Governo. O congresso também discutiu a permanência na Frente Patriótica Unida, coligação com UNITA e Bloco Democrático criada em 2022, e aprovou a Estratégia de 10 Pontos para as eleições gerais.
Delegações do MPLA, UNITA, FNLA, PRS e de partidos estrangeiros — do PODEMOS ao Partido Comunista da China — assistiram ao conclave. Representantes dos históricos garantiram não temer a nova força, mas saudaram o contributo para o pluralismo. Os servidores definiram metas de captação de recursos financeiros para a campanha 2025-2027.
Os coordenadores anunciaram ainda a eleição do Comité Político Nacional, posse dos vice-presidentes e apresentação das Linhas Orientadoras 2026-2027. Para Chivukuvuku, é preciso devolver fé aos angolanos, combatendo pobreza e desemprego juvenil com governação centrada na pessoa humana.
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