Prémio Nobel da Medicina 2026 distingue Karl Deisseroth, Peter Hegemann e Georg Nagel pelas descobertas na optogenética

Imagem: Correio Kianda
Resumo: A Academia Real de Ciências da Suécia atribuiu o Nobel da Medicina de 2026 aos três investigadores pelas descobertas sobre canais iónicos activados pela luz e o desenvolvimento da optogenética, técnica que permite controlar neurónios com luz.
Pontos-chave
A Academia Real de Ciências da Suécia atribuiu o Prémio Nobel da Medicina de 2026 ao norte-americano Karl Deisseroth e aos alemães Peter Hegemann e Georg Nagel pelas descobertas ligadas aos canais iónicos activados pela luz e à optogenética.
[1] GiraNotícias[2] Correio KiandaSegundo os dois relatos, a optogenética permite activar ou inibir células nervosas específicas com luz, ajudando a estudar como o cérebro processa memórias, emoções e comportamentos, e já é usada em laboratórios de vários países.
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As fontes indicam que a base da técnica está na descoberta da canalrodopsina ou channelrhodopsin numa alga unicelular, trabalho iniciado por Peter Hegemann e Georg Nagel e depois transformado por Karl Deisseroth numa abordagem para controlar células vivas com luz.
[1] GiraNotícias[2] Correio KiandaO prémio foi anunciado no Instituto Karolinska, em Estocolmo, e marca o arranque da semana dos Nobel; o valor deste ano é de 12 milhões de coroas suecas, cerca de 1 milhão de euros.
[1] GiraNotícias
