Resumo: O Governo da Lunda-Norte e o Ministério da Agricultura e Florestas destacaram, em Mussungue, o PRODESA como instrumento de produção, inclusão social e expansão da agricultura familiar no Leste e Sul do país.
O governador em exercício da Lunda-Norte, Alteres Malenga, disse em Mussungue que o Projecto de Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar (PRODESA) pode promover a produção, a inclusão social e a inclusão económica local, sublinhando que a província ganhará crescimento económico e terá a sede do projecto instalada em Capenda-Camulemba.
[2] ANGOPSegundo a mesma fonte, o governo provincial comprometeu-se a criar condições institucionais para a implementação do projecto, que o responsável apresentou como uma via para melhorar as condições de vida das famílias camponesas, reforçar a agricultura familiar e dinamizar a economia local.
[2] ANGOP
NEWSLETTER GRATUITA
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
O PRODESA foi lançado no âmbito de um workshop de divulgação orientado pelo secretário de Estado da Agricultura, Castro Camarada, e está a ser apresentado como uma iniciativa do Ministério da Agricultura e Florestas para transformar a agricultura de subsistência em sistemas agroalimentares mais resilientes e ligados ao mercado.
[2] ANGOP[1] ANGOPA ANGOP e o Jornal de Angola indicam que o projecto conta com financiamento do FIDA e comparticipação do Governo angolano, embora o valor global divulgado varie entre 73 milhões de dólares, numa versão, e 132 milhões de dólares, noutra. Ambas as publicações apontam para a cobertura inicial de sete províncias — Lunda-Norte, Lunda-Sul, Moxico, Moxico-Leste, Bié, Cuando e Cubango — e para o apoio a 96.350 famílias, cerca de 462.480 pessoas, além de 2.250 jovens em empreendedorismo agrícola.
[2] ANGOP[3] Jornal de AngolaA ANGOP acrescenta que o FIDA aplicou 400 milhões de dólares em projectos agrícolas em Angola entre 2015 e 2026 e que pretende alargar futuramente o apoio também ao القطاع privado, enquanto o Jornal de Angola refere uma estratégia de inclusão social com 50% de mulheres e 30% de jovens entre os beneficiários.
[1] ANGOP[3] Jornal de Angola