Profissionais do cinema angolano alertam que falta de financiamento e técnicos trava crescimento do sector

Imagem: ANGOP
Resumo: Realizadores e agentes culturais defenderam, em Luanda, mais financiamento, formação técnica e melhores condições para tornar o cinema e o audiovisual em Angola mais sustentáveis e competitivos.
Pontos-chave
Profissionais do sector cinematográfico e audiovisual disseram, em Luanda, que a falta de financiamento e de técnicos especializados está a travar o desenvolvimento da indústria em Angola, numa discussão feita durante um encontro com o ministro da Cultura, Filipe Zau, para analisar desafios e perspectivas do sector.
[1] ANGOP[2] Correio KiandaO realizador Nguxi dos Santos indicou que um documentário pode exigir cerca de 15 milhões de kwanzas, enquanto produções de ficção podem chegar a centenas de milhões de kwanzas; segundo ele, isso dificulta recuperar o investimento num mercado com limitações de distribuição e comercialização.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda
As 10 principais notícias de Angola, no seu e-mail.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
Sílvio Nascimento defendeu a criação de uma nova geração de cinema capaz de chegar a outros mercados e argumentou que o sector pode começar com projectos entre 150 e 400 milhões de kwanzas, sem depender logo de grandes orçamentos.
[1] ANGOP[2] Correio KiandaKayaya Júnior chamou atenção para a necessidade de formar técnicos de bastidores — como profissionais de som, imagem, iluminação, produção e montagem —, numa aposta que, segundo os intervenientes, deve juntar financiamento, qualificação e melhores condições de produção. O Correio Kianda acrescenta que o PLANACULT prevê apoio à produção, distribuição, exibição e formação no audiovisual.
[1] ANGOP[2] Correio Kianda



