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Resumo: Resumo dos principais indicadores do sector petrolífero angolano em 2025: produção, exportações, destinos e receitas, com impactos na balança comercial e perspetivas para 2026.
Em 2025 Angola exportou cerca de 357,1 milhões de barris de petróleo bruto a um preço médio de 68,43 USD/barril, gerando aproximadamente 24,44 mil milhões USD em receitas. O resultado anual combina queda de volume e preços moderados, refletindo uma redução nas receitas face a anos anteriores e destacando a dependência do país das vendas de hidrocarbonetos.
A produção total do ano ficou marcada por uma redução de cerca de 9% face a 2024, com média diária anual perto de 1,029 milhões de barris por dia. Analistas apontam desgaste dos poços, cortes de investimento e manutenção programada em FPSOs como causas principais, enquanto o Governo anuncia incentivos e novos projectos para mitigar o declínio e atrair operadores.
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No quarto trimestre de 2025 as exportações trimestrais totalizaram 93,94 milhões de barris, com preço médio próximo de , rendendo cerca de . Os destinos principais foram a , a Índia e a Indonésia. O gás natural rendeu cerca de em 2025, com exportações próximas de .
A balança comercial foi fortemente afetada: exportações recuaram enquanto importações aumentaram, resultando numa redução do superávit quase 30% em 2025. O peso do petróleo nas exportações (mais de 90%) torna o país vulnerável às variações de produção e preços internacionais, pressionando receitas do Estado e a necessidade de diversificação económica e políticas de incentivo ao upstream.
Para 2026 o Governo espera recuperação modesta, projetando crescimento de cerca de 1% no sector com novos blocos, retorno de operadoras e projectos de produção incremental. Medidas incluem incentivos fiscais em blocos maduros e promoção de investimentos tecnológicos; no entanto, especialistas alertam que é necessário aumentar capex e acelerar descolamento do declínio natural dos campos para manter produção acima de um milhão de barris por dia.
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