SADC aprova 24 recomendações para reforçar a cibersegurança na África Austral e leva proposta aos ministros das TIC em Junho de 2027

Imagem: Jornal de Angola
Resumo: Em Luanda, o 7.º Cyber Drill da SADC terminou com 24 recomendações para reforçar a resposta regional ao cibercrime, num exercício que reuniu 268 მონაწილantes e destacou Angola como anfitriã do encontro.
Pontos-chave
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) aprovou 24 recomendações para reforçar a cibersegurança na região, no encerramento do 7.º Cyber Drill realizado em Luanda. As medidas resultaram de um exercício de quatro dias que juntou 268 participantes, entre presenciais e virtuais, e incluíram temas como cooperação regional, DNSSEC, RPKI, divulgação coordenada de vulnerabilidades e preparação para a computação quântica.
[1] ANGOPSegundo a ANGOP, o encontro registou 38% de participação online, um alcance considerado recorde na região, e o pré-evento anterior teve 84 participantes virtuais. As recomendações serão submetidas aos ministros das TIC da SADC em Junho de 2027, na África do Sul.
[1] ANGOP
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O Jornal de Angola acrescenta que o secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Ângelo Buta João, defendeu a necessidade de os países da SADC melhorarem detecção, prevenção e resposta a crimes cibernéticos, sublinhando a importância de exercícios conjuntos para antecipar incidentes no ambiente digital.
[2] Jornal de AngolaA mesma fonte indica que Angola já aprovou diplomas que criam o Conselho Nacional de Cibersegurança e o Centro Nacional de Cibersegurança, além de infra-estruturas como o Data-Center Governamental, a Cloud Governamental e a renovação do sistema de Recuperação de Desastres, enquanto a SADC destacou o contributo dos jovens angolanos no AfricaCERT Youth Hackathon.
[2] Jornal de Angola[1] ANGOP



