São Tomé e Príncipe admite rotura de gasolina e petróleo doméstico e prevê nova remessa em cerca de uma semana

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: O Governo santomense confirmou a falta de combustíveis no país e atribuiu a quebra ao aperto de liquidez para importar gasolina e petróleo doméstico, garantindo que já reuniu os fundos necessários para uma nova remessa.
Pontos-chave
O Governo de São Tomé e Príncipe confirmou a rotura de stock de gasolina e petróleo doméstico, numa escassez que começou a ser sentida, segundo os relatos citados, desde quinta-feira, 1 de Outubro. O ministro da Economia e Finanças, Gareth Guadalupe, explicou que o problema resulta da falta de liquidez para pagar as importações no mercado internacional, mas disse que o Executivo já conseguiu reunir os fundos e prevê a chegada de gasolina dentro de cerca de uma semana.
[1] Correio Kianda[2] Forbes África LusófonaAs duas publicações referem que o Governo tem suportado os preços dos combustíveis com subsídios desde o início da crise energética global, mas admite que essa política pode deixar de ser sustentável se os preços internacionais se mantiverem elevados. Guadalupe avisou que, nesse cenário, parte do aumento dos custos poderá ser repercutida no consumidor final.
[1] Correio Kianda[2] Forbes África Lusófona
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Além da crise dos combustíveis, o ministro apontou pressões adicionais sobre as finanças públicas, incluindo atrasos no pagamento de salários, subsídios de férias, ajustes salariais na administração pública e o financiamento das eleições legislativas, autárquicas e regionais de 27 de Setembro. Como resposta estrutural, o Governo espera concluir até ao fim do ano uma central fotovoltaica de cerca de 11 megawatts para reduzir a dependência de importações energéticas.
[1] Correio Kianda[2] Forbes África Lusófona



