SOJA mantém greve desde 24 de Setembro e exige mediador imparcial nas negociações com o MAPTESS

Imagem: Correio Kianda
Resumo: Os oficiais de justiça continuam em greve enquanto o sindicato pede uma entidade independente para mediar o diálogo com o Governo, numa reunião convocada em Luanda para avaliar reivindicações e compromissos ainda por cumprir.
Pontos-chave
O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) quer a presença de uma entidade independente nas negociações com o Governo, defendendo que o MAPTESS não deve assumir o papel de mediador por ser parte interessada no processo. A posição foi reafirmada na véspera da reunião convocada para esta sexta-feira, em Luanda, para avaliar compromissos reforçados em Janeiro e as soluções para as reivindicações da classe.
[2] Correio KiandaA greve dos oficiais de justiça começou a 24 de Setembro e está ligada à falta de regularização salarial, à não actualização das categorias e às condições de trabalho nos tribunais. O sindicato também reclama valorização da carreira, subsídios e melhores meios materiais, enquanto diz que vários compromissos assumidos pelo Executivo continuam por cumprir.
[2] Correio Kianda
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O Valor Económico refere que a paralisação já dura há uma semana e que a reunião entre o MAPTESS e o SOJA procura um entendimento que permita suspender os serviços. O jornal acrescenta que, entre os pontos do caderno reivindicativo, estão a actualização de carreira, melhores condições de trabalho, concursos internos e subsídio de isolamento para oficiais colocados em zonas recônditas.
[1] Valor EconómicoSegundo o porta-voz do SOJA, Denilson Duro, os grevistas continuam nas suas casas até haver resposta, e o sindicato acusa falta de transparência na gestão dos recursos do Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos. O dirigente afirma ainda que os colegas aderentes à greve estão a ser punidos com faltas.
[1] Valor Económico



