Trump coloca petróleo, comércio e inteligência artificial na agenda da ONU e mantém pressão sobre o Irão

Imagem: Valor Económico
Resumo: Na Assembleia Geral da ONU, Donald Trump combinou mensagens económicas com ameaças ao Irão, falando em petróleo, comércio e inteligência artificial enquanto pedia continuação da pressão sobre Teerão.
Pontos-chave
Donald Trump usou o debate da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque para ligar a política externa à economia mundial: falou do impacto do conflito com o Irão nos mercados de energia, defendeu o avanço da inteligência artificial nos EUA e insistiu em relações económicas mais favoráveis a Washington.
[3] Valor Económico[1] ANGOPA parte mais dura do discurso foi dirigida ao Irão. Segundo a ANGOP e a GiraNotícias, Trump justificou a recente acção militar israelo-americana, voltou a classificar Teerão como principal patrocinador do terrorismo e pediu que outros países mantenham a pressão económica sobre o regime.
[1] ANGOP[4] GiraNotícias
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O Valor Económico acrescenta que Trump admitiu a possibilidade de um acordo com o Irão depois das eleições intercalares norte-americanas, embora sem afastar uma escalada. O jornal também destaca que a tensão em torno do Estreito de Ormuz continua a pesar sobre o petróleo e as rotas de energia.
[3] Valor Económico[2] Novo JornalVárias fontes coincidem ainda noutro ponto: Trump apresentou a IA como uma corrida de poder económico e geopolítico, dizendo que os EUA devem acelerar o desenvolvimento da tecnologia e monitorizar riscos, enquanto a sua intervenção também incluiu críticas ao TPI e ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.
[3] Valor Económico[1] ANGOP


