TV Parlamento da Assembleia Nacional Inaugurada

Resumo: A Assembleia Nacional lançou a TV Parlamento para transmitir actividades legislativas e promover transparência e educação cívica, disponível em plataformas digitais e operadores por cabo.
Pontos-chave
Em 20 de maio de 2026, a Assembleia Nacional inaugurou a TV Parlamento com estúdio próprio e emissões regulares; a cerimónia contou com titulares de órgãos de soberania, deputados e representantes da sociedade civil, destacando-se a aposta na inovação tecnológica e no reforço da proximidade entre cidadãos e representantes, numa iniciativa que pretende aumentar a compreensão pública sobre o trabalho parlamentar e os processos legislativos.
O presidente Adão de Almeida explicou que a iniciativa visa consolidar a democracia e garantir o direito à informação, permitindo seguir não só as plenárias mas também as reuniões das comissões; salientou que o canal funcionará numa lógica de cooperação com meios convencionais e que o Conselho Editorial, composto por sete deputados, assegurará imparcialidade institucional e representação multipartidária.
A programação inicial terá natureza institucional, activada por evento, privilegiando transmissões de sessões plenárias, actos solenes e actividades parlamentares, além de conteúdos educativos sobre organização e competências da Assembleia; a direcção de Comunicação assegurará princípios de rigor informativo, transparência e responsabilidade, enquanto a operacionalização técnica contou com empresas contratadas para instalação e monitorização dos equipamentos técnicos.
A TV Parlamento será disponibilizada em plataformas digitais oficiais da Assembleia Nacional e nas operadoras ZAP (posição 200) e DStv Angola (posição 509), com transmissões em direto sempre que justificadas; a meta é evoluir de forma gradual para programação regular e abrangente, aproximando deputados e cidadãos e fortalecendo a educação cívica como pilar de uma comunicação institucional moderna e acessível.
Responsáveis afirmaram que o canal não integrará conteúdos de carácter político-partidário, mantendo natureza exclusivamente institucional e servindo como fornecedor de conteúdos sobre a vida parlamentar; a iniciativa foi descrita como passo relevante para a modernização da comunicação institucional, esperando-se que, com o tempo, se torne referência positiva no panorama mediático institucional angolano pela qualidade, transparência e serviço público prestado.


