UNESCO e Angola destacam Bienal de Luanda como plataforma africana de paz e reforçam debate sobre governação da água

Imagem: Portal CIPRA
Resumo: Na apresentação da 4.ª edição da Bienal de Luanda, a UNESCO valorizou o papel de Angola na promoção da cultura de paz, enquanto o Governo alertou para a vulnerabilidade climática do país e defendeu uma resposta africana mais coordenada.
Pontos-chave
A UNESCO reconheceu o papel de Angola na consolidação da Bienal de Luanda como espaço internacional de diálogo e prevenção de conflitos. Lídia Brito, directora regional da organização para a África Austral, sublinhou que a 4.ª edição do fórum, marcada para 22 e 23 de Outubro em Luanda, será dedicada à governação da água em África como instrumento de prevenção, mediação e resolução de conflitos.
[1] Portal CIPRA[3] Correio KiandaO secretário de Estado do Ambiente, Iury Santos, disse que Angola está mais quente desde 1951, com um aumento de cerca de 1,4 graus Celsius, apontando secas extremas no Sul e chuvas intensas no litoral como sinais já visíveis do impacto das alterações climáticas. Segundo o governante, o país vai apresentar na Bienal os principais desafios climáticos e as medidas em curso, incluindo a Estratégia Nacional das Alterações Climáticas e o Programa de Combate aos Efeitos da Seca no Sul de Angola.
[2] Portal CIPRA[3] Correio Kianda



