UNITA denuncia 18 lares para 1.466.060 idosos em Angola e propõe plano nacional 2027–2037

Imagem: Ver Angola
Resumo: Adalberto Costa Júnior diz que Angola responde ao envelhecimento da população com poucos lares, cobertura limitada e ausência de uma rede nacional de apoio aos mais velhos.
Pontos-chave
A UNITA denunciou que Angola tem apenas 18 lares de acolhimento distribuídos por 11 províncias, com capacidade para 852 idosos, num país que o partido diz ter 1.466.060 pessoas com 65 ou mais anos, segundo o censo de 2024, e projecções de subida até 2050.
[2] Ver Angola[1] Novo JornalNa mensagem pelo Dia Mundial do Idoso, Adalberto Costa Júnior afirmou que muitos idosos vivem sem rede de apoio, com doenças crónicas e em abandono, e criticou a falta de políticas públicas estruturantes e de apoio comunitário para esta faixa etária.
[1] Novo Jornal[2] Ver Angola
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O líder da oposição também ligou a fragilidade da protecção social ao peso da informalidade no mercado de trabalho, referindo cerca de 13 milhões de trabalhadores informais e apenas 3.143.048 inscritos no INSS, o que, no seu argumento, deixa grande parte da população sem contrato, reforma ou segurança para a velhice.
[1] Novo JornalComo resposta, a UNITA defendeu um Plano Nacional para o Envelhecimento Digno para 2027–2037, com a meta de um centro por município até 2032, além de revisão do sistema de pensões, complemento financeiro para idosos pobres e medidas contra o abandono e a acusação de feitiçaria.
[2] Ver Angola[1] Novo Jornal



