Zolana João, do GGPEN, destaca Angola na economia espacial com ANGOSAT-2, ANGEO-1 e cooperação na SADC

Imagem: Forbes África Lusófona
Resumo: Perfis publicados por dois órgãos colocam Zolana João no centro da estratégia espacial angolana, entre o lançamento do ANGOSAT-2, novos projectos de observação da Terra e o peso da cooperação regional. Um dos textos também recorda, de forma crítica, atrasos e promessas antigas ligadas ao programa.
Pontos-chave
A Forbes África Lusófona apresenta Zolana João como o engenheiro que, à frente do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN) desde 2014, tem tentado transformar satélites em instrumentos de conectividade, observação da Terra, inteligência artificial geoespacial e desenvolvimento económico, com o ANGOSAT-2 como marco do percurso.
[1] Forbes África LusófonaO mesmo perfil refere que Angola avança com projectos como o ANGEO-1, o GEDAE e o Connecta Angola, enquanto Zolana João preside ao comité do satélite partilhado da SADC, que reúne 16 países, e participa em fóruns internacionais sobre governação espacial, espectro e a criação da Agência Espacial Africana.
[1] Forbes África Lusófona
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Já a Folha 8 recupera declarações de Janeiro de 2021 em que Zolana João disse que o ANGOSAT-2, então com mais de 60% de execução, poderia entrar em órbita no primeiro semestre de 2022, e relembra o histórico de atrasos e a perda do ANGOSAT-1 após o lançamento em 2017.
[2] Folha 8O texto da Folha 8 também cita a transferência do contrato do ANGOSAT-2 para a Reshetnev, mencionada pela TASS com base em contas da Energia Space Rocket, e usa esse histórico para enquadrar de forma crítica a evolução do programa espacial angolano.
[2] Folha 8



