Luanda - O secretário de Estado para a Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Nascimento Soares, destacou terça-feira, em Luanda, como um marco importante o início da construção de soluções integradas que ligam a saúde, a biodiversidade e as alterações climáticas no âmbito projecto Nature4Health (N4H).
Luanda - O secretário de Estado para a Acção Climática e Desenvolvimento Sustentável, Nascimento Soares, destacou terça-feira, em Luanda, como um marco importante o início da construção de soluções integradas que ligam a saúde, a biodiversidade e as alterações climáticas no âmbito projecto Nature4Health (N4H).
O projecto N4H (Nature4Health) é uma iniciativa global que foi estabelecida através de um consórcio internacional liderado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Aliança Quadripartida para Uma Só Saúde( One Health) e outras organizações ligadas ao ambiente e à saúde pública.
De acordo com uma nota do ministério de tutela enviada à ANGOP, o governante, que discursava durante o acto que assinalou o início do processo de elaboração do documento, destacou que o mesmo ocorre um ano após o país ter submetido a reconfirmação do interesse em integrar o programa global.
Segundo Nascimento Soares, o projecto vai ajudar nas acções de protecção do ambiente e a conservação da biodiversidade, por estes serem indissociáveis da saúde e do bem-estar das populações.
Salientou que a degradação dos ecossistemas, a perda de biodiversidade, as alterações climáticas e as mudanças no uso da terra aumentam a exposição das comunidades a riscos sanitários, comprometendo a segurança alimentar, disponibilidade hídrica, bem como qualidade de vida.
O responsável ressaltou que, a iniciativa N4H ganha especial relevância por promover uma abordagem transversal, aproximando os sectores do Ambiente, Saúde, Agricultura, Pecuária, gestão da vida selvagem e serviços veterinários.
Recordou que, além desta iniciativa, o país tem vindo a consolidar políticas estratégicas de apoio ao desenvolvimento sustentável como o Plano de Desenvolvimento Nacional (2023–2027), Estratégia Nacional para as Alterações Climáticas (ENAC 2022–2035) e as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC 3.0),
Por outro lado, ainda engloba o Plano de Acção Nacional para a Biodiversidade (PLANABIO 2026–2030), entre outros.
O secretário de Estado elogiou o PNUD e os parceiros nacionais pelo envolvimento, manifestando confiança de que o documento resultará numa ferramenta ambiciosa e alinhada com as prioridades do país para proteger o património natural, assim como garantir o bem-estar das presentes e futuras gerações.SJ/DP




