Defesa do activista general Nila denuncia alegada detenção ilegal há mais de 10 meses

A defesa do activista Serrote José de Oliveira conhecido por “General Nila”, denuncia alegada detenção ilegal do seu constituinte há cerca de 10 meses, sustentando que o crime de que é acusado já foi considerado inconstitucional.
Segundo Hermenegildo António, o processo do activista permanece estagnado apesar de várias diligências feitas pela defesa com vista a contestar o excesso de prisão preventiva.
O causídico diz mostrar-se preocupado que o “General Nila”, continue a responder por um crime que não existe, após o Tribunal Constitucional ter declarado inconstitucional a lei sobre vandalismo de bens públicos.
“O Serrote na prática está a responder por um crime que não existe, e isso é muito grave. Nós temos estado a despoletar acções junto das autoridades judiciais para a reposição da sua liberdade, mas o processo permanece estagnado”, disse.
Referir que Serrote José de Oliveira foi baleado e posteriormente detido na sequência da greve dos taxistas de Julho de 2025, facto que continua a suscitar preocupação entre activistas e defensores dos direitos humanos em Angola.



