Mbanza Kongo - O governador do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho, defendeu, esta segunda-feira, em Mbanza Kongo, uma comunicação fluída por parte dos órgãos de justiça na região, sobretudo nos casos considerados mediáticos.
Mbanza Kongo - O governador do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho, defendeu, esta segunda-feira, em Mbanza Kongo, uma comunicação fluída por parte dos órgãos de justiça na região, sobretudo nos casos considerados mediáticos.
“Muitas vezes o tribunal condena, por exemplo, um arguido com a pena de sete a oito anos de prisão maior por um crime chocante. Mas, antes da metade da sentença este indivíduo é solto sem conhecermos os critérios utilizados para colocar o referido cidadão em liberdade”, observou.
De acordo com o governante, que falava num encontro com o coordenador da Região Judiciária Norte, Alfredo Francisco, que cumpre uma jornada de trabalho de sete dias ao Zaire, a sociedade fica muito atenta com os órgãos de justiça quando se trata de um crime repugnante.
Reconheceu a separação de poderes entre o Executivo e o Judicial, para quem o esclarecimento de algumas situações relevantes que ocorrem na província devolve maior confiança dos cidadãos aos órgãos locais de administração de justiça.
Em resposta, o coordenador da Região Judicial Norte, Arlindo Francisco, disse que esta será uma das preocupações que será abordada com os órgãos de justiça na região, durante a sua estada no Zaire.
“Quando se fala dos órgãos de justiça não se trata apenas da PGR e do Tribunal, mas sim de todos que administram a justiça, nomeadamente a Polícia Nacional, o Serviço de Investigação Criminal, entre outros. No entanto, vamos continuar a trabalhar para a mudança da forma de actuação nos casos considerados melindrosos que ocorrem aqui no Zaire”, prometeu.
Alfredo Francisco vai inteirar-se do funcionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) nos municípios de Mbanza Kongo, Soyo, Cuimba e Nóqui. DA/JL




