Ramiros – Cerca de mil famílias do município de Talatona, em Luanda, receberam, neste sábado, bens alimentares diversos e assistência médica gratuita, numa acção social promovida pela Igreja Universal.
Ramiros – Cerca de mil famílias do município de Talatona, em Luanda, receberam, neste sábado, bens alimentares diversos e assistência médica gratuita, numa acção social promovida pela Igreja Universal.
A iniciativa, organizada pela Unisocial, braço social da referida igreja, decorreu no bairro Honga e teve como objectivo aproximar serviços básicos da população, promover a solidariedade e apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.
Em declarações à imprensa, o coordenador do projecto, César Fernandes, afirmou que a iniciativa se enquadra na responsabilidade social da igreja e inclui assistência médica, jurídica e outros serviços gratuitos.
“O nosso objectivo é levar apoio a mais famílias, mas, para tal, precisamos da participação da sociedade, das autoridades locais e da classe empresarial”, afirmou.
Segundo o responsável, a acção contemplou atendimento médico, entrega de medicamentos e aconselhamento na área da saúde.
A comunidade teve ainda acesso a aconselhamento espiritual, psicológico e jurídico, além de um espaço recreativo destinado às crianças.
Presente no acto, a administradora da comuna do Benfica, Maria Luísa Pedreira, considerou a iniciativa importante e encorajou outras instituições a promoverem acções com impacto directo nas famílias mais carenciadas.
“Gestos como estes devem acontecer várias vezes, de forma a ajudar muitas famílias vulneráveis e demonstrar que não é preciso fazer grandes coisas para ajudar alguém”, sublinhou.
A munícipe Júlia Tomás, mãe de duas crianças, agradeceu o apoio recebido e defendeu a continuidade de iniciativas do género para reduzir as dificuldades enfrentadas por muitas famílias.
“Estou feliz por ter beneficiado desta grande ajuda e peço que actos do género aconteçam mais vezes e também em outros sítios”, apelou.
Por sua vez, o líder da Igreja Universal, bispo Alberto Segunda, apelou a outras sensibilidades da sociedade para criarem acções de apoio às famílias vulneráveis.
“Todos somos chamados a apoiar as famílias em estado de vulnerabilidade e é preciso o engajamento de toda a sociedade”, defendeu.
JJD/FCC/FMA/ART




