As festas dos 113 anos da elevação do Lobito à categoria de cidade, assinaladas, quarta-feira, foram celebradas sob o lema “Um abraço ao Lobito”, em homenagem às vítimas das cheias do transbordo do Rio Cavaco em Benguela, ocorrido em Abril deste ano.
Contrariamente aos anos anteriores, desta vez, as comemorações foram marcadas com mensagens de solidariedade às famílias afectadas pelas fortes chuvas que causaram inundações severas, corte da circulação entre Benguela e Lobito ao longo da Estrada Nacional (EN-100).
Deste modo, as autoridades administrativas marcaram o aniversário com o lema das festividades, para abraçar as famílias daqueles que perderam os entes queridos, património e todos que ficaram afectados com os acontecimentos.
Outras actividades
Actividades desportivas, culturais, recreativas, feiras, campanha de limpeza e outras fizeram parte do programa das celebrações.
O administrador municipal do Lobito, Carlos Pacatolo, disse que as celebrações deste ano tiveram um carácter mais reservado.
As consequências deixadas pelas enxurradas, reconheceu, mostraram mais uma vez, os desafios existentes para manter equilíbrio nas acções de governação.
Fundado a 2 de Setembro de 1913, a cidade regista um desenvolvimento considerável, embora ainda precise melhorar cada vez mais em vários aspectos.
Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e o Porto do Lobito constituem alguns dos maiores projectos do Corredor do Lobito e ligação com a Região da África Austral.
Carlos Pacatolo apontou que os sectores da Saúde, Educação, Serviços de Saneamento Básico e Ambiente, clamam por mais investimentos.
Carlos Pacatolo assegurou que, no domínio da educação no presente ano lectivo, há ncessidade de se apostar na construção de mais escolas.




