Mais de mil profissionais de saúde encontram-se actualmente em formação no estrangeiro, com apoio financeiro do Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde em Angola (PFRHS), uma iniciativa do Ministério da Saúde (MINSA), que conta com o acompanhamento do Banco Mundial.
De acordo com os dados apresentados durante uma missão de acompanhamento iniciada nesta quarta-feira, 4 de Novembro, 1.040 bolseiros frequentam instituições de formação em vários países, com destaque para o Brasil, que acolhe 902, seguido de Portugal, com 114, e da África do Sul, com 19. Os restantes encontram-se em países como Espanha, Chile, Itália e Suíça.
Os dados indicam igualmente que 929 profissionais já concluíram os respectivos cursos no exterior, dos quais 514 no Brasil, 246 em Portugal e 136 em Cuba. Os restantes frequentaram instituições da China, Cabo Verde, Índia, Alemanha, Japão, Itália, Espanha e México. Durante o processo, foram ainda registados cinco casos de exclusão e dois óbitos.
No conjunto das acções de formação, o projecto contabiliza 23.386 profissionais abrangidos, correspondendo a 61,5% da meta de 38 mil estabelecida até 2028. Deste universo, 14.082 são mulheres, representando 60,2% do total.
A missão do MINSA e do Banco Mundial visa avaliar os resultados alcançados, os desafios operacionais e as prioridades para a continuidade da implementação do projecto.
A delegação do Banco Mundial é liderada por Humberto Cossa, responsável pelo acompanhamento do projecto, e integra Álvaro André e Suzana Peres, especialista da instituição para a área social.




