Luanda – O ministro da Juventude e Desportos, Rui Falcão, considerou, esta segunda-feira, em Luanda, o empreendedorismo cultural juvenil uma alavanca para a transformação económica do país, por tornar a criatividade numa fonte concreta e sustentável de renda e empregabilidade.
Luanda – O ministro da Juventude e Desportos, Rui Falcão, considerou, esta segunda-feira, em Luanda, o empreendedorismo cultural juvenil uma alavanca para a transformação económica do país, por tornar a criatividade numa fonte concreta e sustentável de renda e empregabilidade.
Ao discursar no acto de abertura da 6.ª Mostra Nacional de Jovens Criadores, o governante sublinhou que a cultura e a inovação representam o pilar das indústrias culturais.
"Trata-se de um sector estratégico capaz de gerar postos de trabalho directos e indirectos, impulsionar o auto-emprego, dinamizar as economias locais e diversificar a matriz produtiva nacional", frisou.
Rui Falcão reiterou o compromisso do Executivo em criar um ecossistema favorável que incentiva o talento jovem no quadro da implementação do Plano de Desenvolvimento da Juventude (PDJ 2025-2027), pretendendo que cada criação seja vista como um activo económico capaz de gerar riqueza, atrair investimentos e garantir a autonomia financeira.
O titular da pasta da Juventude e Desportos referiu ainda que esta edição serve de ensaio geral para a preparação técnico-artística da delegação que representará Angola na Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Cabo-Verde, permitindo avaliar a qualidade das produções artísticas e reforçar o papel das indústrias criativas no desenvolvimento económico, social e cultural do país.
Por sua vez, Waldemar Francisco, membro da organização do evento, informou que a mostra reúne 60 jovens criadores provenientes de várias províncias de Angola, com exposições e apresentações nas disciplinas de teatro, poesia, artes plásticas, dança, humor, moda, ciência, tecnologia e inovação.
De acordo com o responsável, o balanço da edição é positivo e conta com mais de 60 expositores, entre competidores directos para a Bienal e criadores que apresentam os seus produtos ao público. A selecção final dos artistas que vão representar o país em Cabo-Verde será concluída no encerramento das actividades.
Waldemar Francisco assegurou também que os participantes não seleccionados para o certame internacional continuarão a receber acompanhamento institucional. Fruto de uma reunião com o Instituto Angolano da Juventude, foi constituída uma equipa dedicada a orientar e apoiar estes jovens, garantindo condições para que prossigam com os seus projectos e talentos.SJ/DP



