Modernização social e económica passa pelo aumento da literacia digital e modernização tecnológica

A modernização social e económica da sociedade angolana passa, necessariamente, pelo aumento da literacia digital e pela modernização económica, afirmou, terça-feira, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira.
Em entrevista à televisão estatal do Botswana, sobre os preparativos da 4.ª edição do Fórum Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação (ANGOTIC), que se realiza de 12 a 14 deste mês, Mário Oliveira disse que, hoje em dia, se utilizam as ferramentas de tecnologias de informação e comunicação em todas as actividades humanas, o que não poderia ser diferente em Angola.
De acordo com o ministro, a economia e a actividade social estão cada vez mais ligadas ao que a tecnologia da informação pode oferecer para resolver os problemas do país.
Mário Oliveira destacou a importância do uso da “tecnologia satelital” para a sustentabilidade ambiental e a equidade social em Angola. Hoje, disse, o país usa tecnologia satelital, por exemplo, para controlar o meio ambiente, os parques naturais, a produção mineira e petrolífera. “Com a tecnologia satelital, podemos prevenir muitos impactos no meio ambiente”, afirmou.
O governante realçou, igualmente, a importância do ANGOTIC, promovido pelo Governo de Angola, através do Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS).
“O ANGOTIC será sempre um momento único e altamente relevante para o nosso sector, pois a combinação da exposição com o lançamento de novos produtos e serviços tecnológicos, dentro das oportunidades que oferecemos à juventude, dará certamente frutos para o nosso grande objectivo: a transformação digital de Angola”, referiu.
Segundo Mário Oliveira, Angola quer partilhar esse objectivo com os outros países da SADC, ajudando na transformação digital da região e do continente. “Queremos fazer parte da liderança e estar na vanguarda das tecnologias de informação e comunicação”, assumiu.
As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), observou, são uma das áreas científicas que mais se desenvolvem no mundo, pelo que “temos de acompanhar o que os outros países estão a fazer em termos tecnológicos”.


