O empreendedor e agente cultural Emanuel Silva, conhecido por Velost, apresentou, na quarta-feira, a primeira edição dos Prémios Kilamba Kiaxi, uma iniciativa destinada a reconhecer e valorizar talentos, personalidades e projectos com impacto na comunidade.
A apresentação da iniciativa decorreu durante uma conferência de imprensa, que reuniu representantes dos órgãos de comunicação social, parceiros, artistas, profissionais de diferentes áreas e membros da comunidade, tendo contado igualmente com a presença do director da Cultura do Kilamba Kiaxi, Alemanha Mupepe.
Valorizar histórias e talentos
Segundo o promotor da iniciativa, os Prémios Kilamba Kiaxi surgem da necessidade de dar maior visibilidade a histórias de esforço, criatividade e impacto positivo desenvolvidas por cidadãos e organizações da comunidade. Emanuel Velost defendeu que o município possui diversas pessoas que, através do seu trabalho e iniciativas, contribuem para a transformação social e para o desenvolvimento da comunidade.
“Kilamba Kiaxi é feito de gente que transforma o bairro e o país todos os dias. Estes prémios existem para dar visibilidade a esses talentos e inspirar as novas gerações”, afirmou.
Sete categorias
Durante a conferência de imprensa foram também anunciadas as categorias da edição inaugural e os respectivos nomeados, seleccionados por um comité de curadoria, com base em critérios de mérito, impacto e relevância comunitária.
A iniciativa contempla as categorias de Arte e Cultura, Juventude e Inovação, Empreendedorismo, Desporto, Comunicação, Impacto Social e Revelação do Ano.
A lista completa dos nomeados deverá ser divulgada nos canais oficiais dos Prémios Kilamba Kiaxi, estando igualmente previstas votações para o público. Um movimento de valorização Mais do que uma cerimónia de entrega de distinções, Emanuel Velost considera que a iniciativa pretende constituir-se como um movimento contínuo de valorização da identidade, do talento e do potencial da comunidade do Kilamba Kiaxi.
O promotor manifestou ainda a intenção de transformar o projecto num legado capaz de reforçar o sentimento de pertença e incentivar os cidadãos, sobretudo os mais jovens, a acreditarem nas suas capacidades e propósitos.
“Queremos que este seja um legado duradouro, que fortaleça o orgulho de pertencer e incentive cada vez mais pessoas a acreditarem no seu propósito”, sublinhou.




