Varios micro fones da imprensa nacional Angolana

Varios micro fones da imprensa nacional Angolana
A tendência histórica de elevada comparticipação pública e prejuízos acumulados não registou alterações, no ano passado, entre as seis empresas públicas de comunicação social, que acumularam prejuízos de 12,7 mil milhões Kz em 2025, apesar de terem recebido dos cofres do Estado 39,2 mil milhões Kz em subsídios operacionais para financiar a produção nos segmentos de rádio, imprensa escrita e televisão aberta ou por subscrição (no caso da TPA Notícias), seja na vertente informativa ou de entretenimento.
Ainda que não tenham sido registadas capitalizações às seis empresas no exercício de 2025, nomeadamente à Televisão Pública de Angola (TPA), Rádio Nacional de Angola (RNA), Edições Novembro (responsável pelo Jornal de Angola, jornal de Economia & Finanças, entre outros títulos impressos regionais), Tv Zimbo, Média Nova ( jornal O País, Rádio Mais e restantes publicações) e Angop (agência de notícias), os subsídios estatais aumentaram 14,5% no ano passado, depois dos 34,2 mil milhões Kz atribuídos em 2024, segundo os relatórios anuais de gestão divulgados na última semana pelo Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE).
Em termos de resultados líquidos no final de 2025, depois de fechadas as contas anuais e do pagamento de impostos e de outras despesas, apenas duas em seis empresas públicas de comunicação social apresentaram lucros: RNA, com 275 milhões Kz positivos, e Média Nova, com 143 milhões Kz (ver infografia completa nas páginas seguintes). No extremo oposto, a TPA, como é hábito, lidera o ranking do maior prejuízo anual, com 10,4 mil milhões Kz, um agravamento de 37,8% face aos...


