Dionísio Siudifonya lança obra ”Mandume: sofrer e morrer é a mesma coisa”

Ondjiva – O jornalista Dionísio Siudifonya lançou, este sábado, no Cunene, o seu primeiro livro intitulado ”Mandume: sofrer e morrer é a mesma coisa”, que retrata a história dos povos do Sul de Angola no período da ocupação colonial portuguesa.
Ondjiva – O jornalista Dionísio Siudifonya lançou, este sábado, no Cunene, o seu primeiro livro intitulado ”Mandume: sofrer e morrer é a mesma coisa”, que retrata a história dos povos do Sul de Angola no período da ocupação colonial portuguesa.
Com 137 páginas e uma tiragem de mil exemplares, a obra é um ensaio histórico etnográfico e sociocultural com breves reflexões sobre o rei Mandume.
Na ocasião, o escritor explicou que alem das referências históricas, o livro também apresenta provérbios, ditos e parábolas que revelam traços marcantes do pensamento do povo Ovawambo de Angola e do norte da Namíbia.
Acrescentou que apesar de ser um tema já retratado em diferentes demissões, acredita ser fundamental continuar a ser investigado de formas a promover e divulgar este conhecimento.
“A obra poderá constituir um ponto de partida para novas abordagens investigações e debates sobre os feitos, bravura e rigorosidade do soberano, por parte dos jovens estudantes”, disse.
Por seu turno, o rei do Ombala yo Oukwanhama, Jerónimo Haleingue, regozijou-se com a temática uma vez que resgata a história da resistência e a identidade dos ovawambo em Angola e da Namíbia.
Segundo o soberano, este é mais um contributo para o conhecimento da história e preservação da identidade dos povos, desafiando os jovens a serem promotores da investigação e estudo dos reinados de modo a garantir o património da humanidade.
Natural da província do Cunene, Dionísio Siudifonya destacou-se como repórter e director das emissoras provinciais da Rádio Nacional de Angola, na Huíla e Cunene, assim como do Gabinete da Comunicação Social no Cunene.
Na carreira pedagógica foi professor das cadeiras de língua portuguesa, matemática e francês, nas províncias de Luanda e Huíla, docente universitário na Universidade Agostinho Neto e fundador da escola Eiffel no Cunene
No domínio da administração pública ocupou cargos de vice-ministro da Juventude e Desporto, coordenador da Comissão Instaladora do Centro de Documentação e Informação da Presidência da República e assessor político e de comunicação institucional do Governo do Cunene.FI/LHE/ACS


