Luena – A Associação de Jornalistas Económicos de Angola (AJECO) defendeu, esta terça-feira, no Luena, maior abertura das instituições do Estado na disponibilização de dados, para reforçar a credibilidade da informação sobre as acções governamentais.
Luena – A Associação de Jornalistas Económicos de Angola (AJECO) defendeu, esta terça-feira, no Luena, maior abertura das instituições do Estado na disponibilização de dados, para reforçar a credibilidade da informação sobre as acções governamentais.
A posição foi manifestada pelo presidente da direcção da AJECO, João Joaquim, durante um seminário sobre seguros e fundos de pensões, que reuniu profissionais da comunicação social e outros participantes.
Segundo o responsável, o jornalismo económico só poderá cumprir plenamente a sua função se os jornalistas tiverem acesso a fontes capazes de fornecer informação credível e suficientemente esclarecedora para ajudar os cidadãos a compreender os fenómenos económicos.
João Joaquim considerou igualmente necessárias iniciativas de capacitação e informação sobre seguros e fundos de pensões, para aumentar o conhecimento da população e contribuir para o desenvolvimento sustentável destes sectores no país.
Por sua vez, a vice-governadora provincial para o sector Político, Económico e Social, Elizabeth Ayala, considerou que informar vai além da transmissão de notícias, por envolver esclarecimento, educação, aproximação entre instituições e cidadãos e valorização de iniciativas de interesse público.
A governante reconheceu o empenho dos profissionais da comunicação social, sublinhando que o exercício da profissão exige disponibilidade, coragem, disciplina, conhecimento e elevado sentido de responsabilidade.
Num contexto de rápida circulação de informação nas redes sociais, marcado também pela proliferação de boatos e conteúdos falsos, Elizabeth Ayala defendeu o reforço do rigor jornalístico.
“A rapidez não pode substituir a verdade, a audiência não pode ser mais importante do que a ética e a opinião não pode ser apresentada como facto”, frisou.
A vice-governadora apelou, por isso, à prática de um jornalismo profissional, ético e equilibrado, comprometido com o interesse público e próximo das comunidades.
Defendeu ainda uma maior atenção dos jornalistas aos desafios que afectam a população, nomeadamente nos sectores da educação, saúde, saneamento, agricultura, emprego juvenil, empreendedorismo, cultura e protecção social.
Para Elizabeth Ayala, o jornalismo constitui uma ponte entre os factos e a sociedade, bem como entre as preocupações dos cidadãos e as instituições.MT/LTY/YD




