Luanda – A ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmen do Sacramento Neto, chefiou, terça-feira, em Roma (Itália), a delegação angolana num encontro com a direcção do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), para analisar alternativas que assegurem a continuidade do Projecto de Pesca Artesanal e Aquicultura – Fase 2 (AFAP2).
Luanda – A ministra das Pescas e Recursos Marinhos, Carmen do Sacramento Neto, chefiou, terça-feira, em Roma (Itália), a delegação angolana num encontro com a direcção do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), para analisar alternativas que assegurem a continuidade do Projecto de Pesca Artesanal e Aquicultura – Fase 2 (AFAP2).
De acordo com uma nota de imprensa enviada hoje à ANGOP, o encontro, que contou com o vice-presidente adjunto FIDA, Donald Brown, centrou-se nos desafios relacionados com as fontes de financiamento desse projecto e no seu impacto na execução de algumas actividades previstas.
Durante a reunião, a parte angolana apresentou, entre outras questões, a descontinuidade do financiamento da União Europeia, uma situação que poderá afectar directamente determinadas acções do AFAP2 dependentes desta fonte de recursos.
Perante este cenário, Angola e o FIDA reafirmaram o compromisso de trabalhar juntos na identificação de soluções que permitam assegurar a continuidade das actividades do projecto e evitar constrangimentos na execução das acções programadas.
A ministra Carmen do Sacramento Neto, lê-se na nota, destacou a importância de encontrar respostas para os desafios de financiamento, tendo em conta o papel do AFAP2 na criação de oportunidades económicas e na melhoria das condições de vida das famílias e comunidades abrangidas.
O encontro permitiu, igualmente, reforçar a cooperação entre Angola e o FIDA, com as partes empenhadas na busca de alternativas de financiamento que garantam a continuidade e o alcance dos resultados previstos pelo projecto.
O AFAP2 está vocacionado para apoiar o desenvolvimento da pesca artesanal e da aquicultura, contribuindo para o reforço das actividades produtivas, a geração de rendimentos e a melhoria das condições socioeconómicas das comunidades beneficiárias. ANM/QCB




