Luanda - As reformas económicas em curso em Angola e as oportunidades de investimento privado nos mais variados sectores da economia nacional dominaram as discussões do Fórum de Comércio e Investimentos Reino Unido-Angola, encerrado esta quarta-feira, em Londres.
Luanda - As reformas económicas em curso em Angola e as oportunidades de investimento privado nos mais variados sectores da economia nacional dominaram as discussões do Fórum de Comércio e Investimentos Reino Unido-Angola, encerrado esta quarta-feira, em Londres.
Durante o evento, aberto terça-feira (8), o embaixador de Angola no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, José Patrício, sublinhou que o país deixou de ser encarado como destino de ajuda humanitária para se posicionar como um parceiro estratégico e estável na região Austral.
De acordo com uma nota de imprensa enviada esta quarta-feira à ANGOP, o diplomata destacou o novo ambiente de negócios angolano, considerando que oferece um quadro regulatório consistente e propício para a atracção de Investimento Directo Estrangeiro (IDE).
O documento refere que o fórum serviu de plataforma para a apresentação do Programa de Privatizações (PROPRIV), da estratégia de gestão da dívida pública, bem como do processo de desenvolvimento do mercado de capitais angolano.
À margem do fórum, a ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, participou no acto de abertura dos mercados “London Stock Exchange” e manteve encontros de trabalho com a directora executiva do Banco de Inglaterra, Afua Kyei, com o CEO do Standard Chartered Bank, Bill Winters, bem como com representantes do grupo bancário HSBC.
A delegação angolana no evento foi chefiada por Vera Daves de Sousa e integrou quadros do Ministério do Planeamento, da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX), além de representantes do sector bancário e financeiro.
Pela parte britânica, o fórum contou com a presença da ministra de Estado do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional e para África, Kirsty McNeill, para além de membros do Governo e empresários que debateram os mercados de dívida, privatizações e ofertas públicas iniciais. OPF/QCB




