Luanda – O ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, defendeu, esta terça-feira, em Adis Abeba (Etiópia), uma efectiva transformação estrutural das economias para graduação sustentável da categoria dos Países Menos Avançados (PMA).
Luanda – O ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, defendeu, esta terça-feira, em Adis Abeba (Etiópia), uma efectiva transformação estrutural das economias para graduação sustentável da categoria dos Países Menos Avançados (PMA).
A ideia foi advogada durante o primeiro dia da Reunião Ministerial Regional Africana para a revisão intercalar do Programa de Acção de Doha para os PMA 2022–2031, segundo um comunicado enviado hoje à ANGOP.
Durante a sua intervenção, o governante destacou o potencial do Corredor do Lobito como exemplo de uma abordagem que ultrapassa a dimensão dos transportes e pode impulsionar cadeias de valor, industrialização, integração regional e oportunidades para as populações.
O ministro apresentou a experiência do país na implementação do Programa de Acção de Doha, em articulação com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027 e a Estratégia de Longo Prazo Angola 2050.
Como exemplo, destacou as iniciativas nacionais de diversificação económica, o reforço das capacidades produtivas, desenvolvimento de infra-estruturas, valorização do capital humano e integração regional.
No evento, que termina esta quarta-feira, a delegação angolana é chefiada pelo ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, e integra o representante permanente de Angola junto das Nações Unidas e outras entidades.
A reunião é co-organizada pelo escritório da alta representante das Nações Unidas para os Países Menos Avançados, Países em Desenvolvimento sem Litoral e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (UN-OHRLLS) e pela Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), em colaboração com o Governo da Etiópia. AMC/QCB




