Talatona – Três mil e quinhentos delegados participam de uma das principais plataformas de atracção, investimento e diálogo do sector petrolífero em Angola, com o objectivo de consolidar o país como destino prioritário para investimento de capital, realçou esta quarta-feira, em Luanda, o presidente da Câmara de Energia Africana, Sérgio Pugliese.
Talatona – Três mil e quinhentos delegados participam de uma das principais plataformas de atracção, investimento e diálogo do sector petrolífero em Angola, com o objectivo de consolidar o país como destino prioritário para investimento de capital, realçou esta quarta-feira, em Luanda, o presidente da Câmara de Energia Africana, Sérgio Pugliese.
Em declarações à imprensa, no quadro da 7ª edição da Conferência Internacional de Petróleo e Gás “Angola Oil & Gas”, o responsável disse que o evento regista um aumento de participantes de 30 por cento face ao ano anterior.
De acordo com a fonte, o aumento reflecte o impacto das reformas promovidas pelo Executivo angolano, sob coordenação do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás.
“Temos novas descobertas, pequenas e médias empresas a entrarem. Isso é um sinal positivo”, afirmou.
Segundo Sérgio Pugliese, o Executivo precisa captar cerca de 70 mil milhões de dólares em investimentos nos próximos cinco anos.
Considerou o evento como um dos principais mecanismos do Governo para atrair mais capital e gerar impacto para além dos números, sendo que, nesta edição, 25 por cento dos 3 500 delegados são estrangeiros.
Sublinhou os negócios entre operadoras e prestadoras de serviços, bem como o impacto directo na economia local, nomeadamente nos hotéis, na restauração, na entrada de turistas e nas visitas a outras províncias do país.
O evento, sob o lema “Investir no futuro de Angola”, reúne o Governo angolano, reguladores, Sonangol, empresas internacionais de petróleo e gás, investidores, instituições financeiras e empresas nacionais, com o objectivo de transformar oportunidades em projectos concretos.
O programa aborda ainda a exploração e produção, novos projectos offshore, downstream, financiamento, infra-estruturas, descomissionamento e optimização de activos maduros, com destaque para o papel da Inteligência Artificial, digitalização e automação na eficiência e segurança das operações. DOC/GIZ/QCB




