O Corredor do Lobito representa uma oportunidade estratégica para transformar a província de Benguela num importante centro de produção, transformação, armazenamento, distribuição e comércio, com impacto directo na atracção de investimentos e na criação de empregos.
A afirmação é do governador provincial de Benguela, Manuel Nunes Júnior, ao discursar, na quarta-feira, na abertura da 15ª edição 2026 da Feira Internacional de Benguela (FIB). Manuel Nunes Júnior considerou que o corredor ferroviário e logístico pode ultrapassar a sua função tradicional de transporte de mercadorias e contribuir para a criação de novas cadeias de valor na região.
“O Corredor do Lobito pode transformar a nossa região num espaço de produção, de transformação, de armazenamento, de distribuição e comércio”, afirmou Manuel Nunes Júnior.
Para o governador, a prioridade deve passar por garantir que uma parcela cada vez maior do valor acrescentado associado às mercadorias que circulam pelo corredor seja gerada na própria província de Benguela.
“Queremos que as mercadorias vindas de várias origens passem por Benguela, mas queremos, sobretudo, que uma parte crescente do valor acrescentado destas mercadorias seja produzido aqui, na nossa província”, salientou.
A concretização deste objectivo, disse, poderá estimular a instalação de novas indústrias e serviços, aproximar os produtores dos mercados, reduzir custos “O Corredor do Lobito pode transformar a nossa região num espaço de produção, de transformação, de armazenamento, de distribuição e comércio”, afirmou Manuel Nunes Júnior. Para o governador, a prioridade deve passar por garantir que uma parcela cada vez maior do valor acrescentado associado às mercadorias que circulam pelo corredor seja gerada na própria província de Benguela.
“Queremos que as mercadorias vindas de várias origens passem por Benguela, mas queremos, sobretudo, que uma parte crescente do valor acrescentado destas mercadorias seja produzido aqui, na nossa província”, salientou.
A concretização deste objectivo, disse, poderá estimular a instalação de novas indústrias e serviços, aproximar os produtores dos mercados, reduzir custos e dinamizar Pequenas, Médias e grandes Empresas.
Manuel Nunes Júnior considera ainda que a exploração das oportunidades associadas ao Corredor do Lobito poderá contribuir para o aumento do emprego, melhoria dos rendimentos e elevação das condições de vida da população.
ATRAIR MAIS INVESTIMENTO
O governador provincial afirmou que Benguela reúne condições para beneficiar da crescente competitividade da economia internacional e da transformação da percepção sobre o continente africano, actualmente visto também como espaço de oportunidades de investimento.
Neste contexto, defendeu uma maior articulação entre o Estado e o sector Empresarial, bem como a criação de condições para facilitar a concretização de investimentos, incentivar a inovação e aumentar a competitividade das empresas locais.
O governante lançou, por isso, um apelo aos empresários e investidores para aproveitarem as oportunidades que se abrem com a expansão das infra-estruturas e das actividades económicas ligadas ao Corredor do Lobito.
“Benguela está aberta aos negócios, às parcerias e ao investimento”, afirmou, acrescentando que os empresários da província devem elevar os níveis de ambição e procurar novos mercados para além do espaço tradicional de actuação.
PLATAFORMA DE NEGÓCIOS
A intervenção ocorreu durante a cerimónia de abertura da Feira Internacional de Benguela 2026, evento que, segundo o governador, se consolidou ao longo de 15 anos como espaço de encontro entre empresas, investidores e parceiros de negócios. Manuel Nunes Júnior destacou o papel da FIB na aproximação entre empresas e mercados, na promoção de produtos e na criação de oportunidades de parceria.
Para o governante, a edição deste ano acontece num momento em que é necessário transformar o optimismo sobre o potencial económico de Benguela em acções concretas, capazes de gerar negócios, investimento, emprego e valor acrescentado.
A FIB 2026 decorre igualmente num contexto de recuperação económica e social da província, após as calamidades registadas em Abril deste ano, que provocaram perdas humanas e danos materiais significativos.&




