Luanda – A Comissão de Remuneração do Banco Nacional de Angola vai reforçar a capacidade institucional do Banco Central, considerou esta segunda-feira, em Luanda, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.
Luanda – A Comissão de Remuneração do Banco Nacional de Angola vai reforçar a capacidade institucional do Banco Central, considerou esta segunda-feira, em Luanda, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano.
Ao empossar o presidente dessa Comissão, Mário Palhares, o governante augurou que a actual liderança preste um serviço para a contínua dignificação da instituição.
Por sua vez, o presidente da Comissão de Remuneração do Banco Nacional de Angola, Mário Palhares, agradeceu a confiança depositada em si e prometeu pautar pela transparência e obtenção de resultados positivos.
O Comité de Remuneração do BNA é um órgão independente que tem por competência aprovar e acompanhar a aplicação do estatuto remuneratório dos órgãos sociais do Banco Central.
Integram a estrutura u m membro indicado pelo Titular do Poder Executivo, que o preside, um ex-governador do Banco Nacional de Angola, indicado pelo Conselho de Administração, e um membro de reconhecida idoneidade, independência e experiência nas matérias acometidas ao Banco Nacional de Angola, a ser designado pelos dois primeiros membros.
O estatuto remuneratório deve ser compatível com a preservação da independência dos membros dos Conselho de Administração, devendo a fixação do mesmo observar, entre outros critérios, a complexidade, exigência e a responsabilidade inerentes às funções.
Com passagens na banca pública e privada, Mário Palhares foi administrador e vice-governador do Banco Nacional de Angola, entre 1991 e 1997. ACC/QCB




