O autor do livro “Petróleo Bruto: Poder, Reviravolta e Transformação em Angola” realçou, na quarta-feira, em Luanda, a liderança do Presidente João Lourenço e o impacto das reformas lançadas no sector Petrolífero.
NJ Ayuk, que veio a Luanda, onde apresentou e autografou o livro sobre o produto de maior exportação e captação de divisas no país – o petróleo, disse que Angola já é caso de estudo em muitas das principais universidades mundiais de ensino sobre petróleos.
Para o advogado camaronês, especializado em energias e presidente executivo da Câmara Africana de Energia, Angola é um país de campeões e que se pode orgulhar de, como poucas nações africanas, ter vencido as etapas mais difíceis da história com resiliência e um caminho próprio.
O sector Petrolífero, como disse, é então um dos grandes exemplos de consistência e da virtude da liderança do país, que lançou mão às reformas e nos dias de hoje é visível uma economia que se consolida, ergue e responde aos diferentes desafios.
“Separar a regulação, abrir novas vias de acesso às concessões e ajustar as condições para investir ajudaram Angola a recuperar a confiança do mercado”, afirmou.
Para NJ Ayuk, foi esta combinação, e não apenas a dimensão das reservas, que trouxe o capital de volta à exploração e à produção. É este o argumento central do mais recente livro, Petróleo Bruto: Poder, Reviravolta e Transformação em Angola, apresentado esta quarta-feira no Hotel InterContinental Luanda Miramar.
Lançada no início deste ano, a obra entrou rapidamente na lista de best-sellers da Amazon e está disponível em português desde Julho. O lançamento em Luanda coloca o livro no país que está no centro da sua história e reuniu representantes do sector.
O livro acompanha Angola desde os anos de queda da produção, pressão económica e mudança estrutural até ao regresso de operadores, capital e novos projectos. Combina história política, análise do sector e perspectivas de decisores que participaram nessa transformação, incluindo Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás; Sebastião Gaspar Martins, presidente do Conselho de Administração da Sonangol; e Paulino Jerónimo, presidente do Conselho de Administração da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).




