O aumento de financiamento aos empresários dos mais variados segmentos da economia nacional dominou o debate de encerramento do IV Fórum de Auscultação do Ministério das Finanças (MINFIN) com os parceiros económicos e sociais, realizado quinta e sexta, em Luanda.
O director-geral do Centro de Investigação da Universidade Lusíadas de Angola disse que é preciso acabar com as contradições e fazer harmonização das políticas públicas. Heitor Carvalho precisou que é necessário deixar o OGE fazer a bonificação de crédito aos empresários e não deixar esse papel com a banca, e reduzir as despesas, a partir dos investimentos que não funcionam, mas, ao mesmo tempo, fomentar a economia com o apoio aos empresários. Já a vice-presidente da Associação Nacional dos Jovens Empresários de Angola, ANJE-ANGOLA, para o sector económico e financeiro, reconheceu o esforço que o Executivo tem desenvolvido no domínio da consolidação das finanças públicas, da estabilização macro-económica e da diversificação da economia. Jéssica Cabral disse que os economistas gestores e jovens líderes estão comprometidos com o futuro de Angola, realçando que o OGE deve continuar a evoluir para responder de forma cada vez mais efetiva às necessidades da economia real e daqueles que diariamente produzem riqueza, criam emprego e contribuem para o alargamento da base fiscal do Estado. Durante a intervenção, a vice-presidente da ANJE-ANGOLA afirmou que a juventude empresarial deve ser encarada não apenas como beneficiária das políticas públicas, mas como parceira do Estado na construção de uma economia mais diversificada, mais competitiva e mais sustentável. Na ocasião, o director Nacional do Orçamento, Idalásio Caleia, disse aos presentes que o OGE é pertença dos angolanos e merece a contribuição de toda a estrutura social e económica para melhor representar o interesse da maioria.




