Luanda - Angola precisa de reforço das reservas petrolíferas, exploração de novos projectos e de manter uma produção competitiva e sustentável, defendeu, quarta-feira, em Luanda, o presidente do Conselho da Administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins.
Luanda - Angola precisa de reforço das reservas petrolíferas, exploração de novos projectos e de manter uma produção competitiva e sustentável, defendeu, quarta-feira, em Luanda, o presidente do Conselho da Administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins.
O gestor falava durante a apresentação do livro do presidente executivo da Câmara Africana de Energia, NJ Ayuk, intitulado ¨Petróleo Bruto: Poder Recuperação e Transformação em Angola¨.
Segundo Sebastião Gaspar Martins, produzir petróleo continua a ser fundamental para o país e, por isso, a Sonangol está comprometida com a exploração e produção.
A instituição, prosseguiu, continua a investir no aumento progressivo da produção operada, para participar nos grandes projectos estruturantes do país e a assumir risco exploratório.
Para si, o verdadeiro valor começa quando se consegue transformar um barril produzido em investimento, infraestrutura, indústria, conhecimento, emprego e oportunidades para os angolanos.
Por esta razão, Sebastião Gaspar Martins disse que a instituição está a reforçar a presença ao longo de toda a cadeia de valor com investimentos na capacidade de refinação.
O gestor referiu ainda que, ao longo dos 50 anos, a Sonangol assumiu uma responsabilidade que transcendia amplamente a actividade empresarial convencional.
A organização, de acordo com o PCA, foi instrumento da política petrolífera, concessionária nacional, investidora, operadora, parceira das grandes companhias internacionais, responsável pelo abastecimento nacional.
O livro Petróleo Bruto: Poder Recuperação e Transformação em Angola, analisa as políticas, reformas institucionais e as decisões de investimento que marcaram a evolução recente do sector petrolífero angolano.
A obra aborda, entre outros temas, a criação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e o Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo (IRDP), as alterações ao modelo de licenciamento e as medidas adoptadas para estimular a exploração e a produção.
O livro integra ainda as perspectivas do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, e dos presidentes do Conselho de Administração da Sonangol, Sebastião Gaspar Martins, da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustível (ANPG). Paulino Jerónimo.AMC/CS




