A empresa de logística e transportes, fundada em Luanda em 2016, prevê uma facturação consolidada de cerca de 15 milhões de euros em 2026. A internacionalização começou em 2023, mas o capital e o centro de decisão continuam em África.
A Transtrevo, empresa angolana de logística e transportes, assinalou recentemente os dez anos de actividade. Tem estruturas em seis países e, desde 2025, um contrato com a TotalEnergies Angola. Para este ano, a empresa prevê uma facturação consolidada de cerca de 15 milhões de euros.
O contrato com a TotalEnergies Angola, assinado em 2025, abrange serviços ligados às operações petrolíferas do grupo francês no país. É um dos marcos mais relevantes da actividade recente da empresa.
Fundada em 2016 pela empresária Katiana de Oliveira, a Transtrevo começou por trabalhar no mercado angolano. Prestava serviços de transporte e logística a empresas da energia, do petróleo e gás, da indústria e do comércio internacional.
Foi a consolidação dessa carteira em Angola que, segundo a empresa, abriu caminho à saída para o exterior. A internacionalização começou em 2023, quando o empresário moçambicano Tiago Martins entrou para o capital e a empresa abriu operações em Moçambique e na África do Sul. Seguiu-se Portugal, em Janeiro de 2024, e depois Espanha e o Dubai.
Além das estruturas em Angola, Moçambique, África do Sul, Portugal, Espanha e Dubai, a Transtrevo tem uma rede de representação comercial no Brasil, na China e na Índia. A origem, o capital e o centro de decisão mantêm-se em África.
A empresa faz transporte marítimo, aéreo e rodoviário, logística de projectos industriais e energéticos, despacho aduaneiro, transporte de minérios, comércio internacional e distribuição de bens de consumo




