Completam-se, esta terça-feira, oito anos desde a morte de Kofi Annan, antigo secretário-geral da Organização dasNações Unidas (ONU), lembrado como uma das grandes vozes da diplomacia, da paz e da cooperação internacional.
Primeiro africano negro a liderar a ONU, Annan dedicou grande parte da sua vida ao serviço da paz, à defesa dos direitos humanos e à promoção do diálogo entre povos e culturas.
Em 2001, ao receber o Prémio Nobel da Paz, deixou uma mensagem que permanece actual: “Podemos amar o que somos, sem odiar o que e quem não somos.” A afirmação sintetiza uma das marcas do seu pensamento: a valorização da diversidade, do respeito mútuo e da convivência entre diferentes.
Falecido a 18 de Agosto de 2018, aos 80 anos, Kofi Annan continua a ser recordado como uma força orientadora para o bem e como uma referência para a diplomacia mundial.
O seu legado permanece vivo na defesa de um mundo mais pacífico, inclusivo e solidário.



