O porta-voz da 4.ª Bienal de Luanda fez um balanço positivo das discussões do primeiro dia do evento, destacando a relevância dos discursos proferidos na cerimónia de abertura.
Nuno Caldas Albino sublinhou que as intervenções convergiram para a necessidade de um entendimento global sobre a água — vista como um recurso hídrico estratégico — e para a união dos povos em torno de um diálogo pacífico e inclusivo, essencial para impulsionar o crescimento sustentável no continente.
“Uma nota de destaque para esta sessão inaugural prende-se com o Fórum Intergeracional, uma iniciativa produtiva que já se consolidou na agenda das edições anteriores”, ressaltou o secretário de Estado para a Comunicação Social.
Para o responsável, a iniciativa cumpre um papel pedagógico crucial. “Há um debate aberto e uma escuta mútua. Esta nova geração precisa de se consciencializar sobre a cultura de paz para ajudar a construir uma sociedade futura mais inclusiva, pacífica e desenvolvida”, frisou Nuno Caldas Albino.



