Luanda – O diálogo entre chefes de Estado e líderes juvenis africanos, na 4.ª edição da Bienal de Luanda, poderá contribuir para preparar as novas gerações para a prevenção de conflitos no continente, afirmou, quarta-feira, o porta-voz da comissão multissectorial do evento, Nuno Caldas.
Luanda – O diálogo entre chefes de Estado e líderes juvenis africanos, na 4.ª edição da Bienal de Luanda, poderá contribuir para preparar as novas gerações para a prevenção de conflitos no continente, afirmou, quarta-feira, o porta-voz da comissão multissectorial do evento, Nuno Caldas.
O responsável fez esta declaração à margem de um encontro informativo com representantes de missões diplomáticas e consulares e de organizações internacionais acreditadas em Angola, dedicado à preparação e organização do evento, que vai decorrer nos dias 22 e 23 deste mês.
Segundo Nuno Caldas, a Bienal constituirá uma oportunidade de partilha de experiências entre estadistas e jovens líderes, com vista à identificação de pontos de convergência em torno das principais aspirações da juventude africana.
Considerou que o diálogo permitirá transmitir às novas gerações experiências e conhecimentos sobre os desafios actuais do continente, de modo a reforçar a sua capacidade de prevenir conflitos no futuro.
O porta-voz garantiu que estão criadas as condições infra-estruturais e logísticas para a realização da 4.ª edição da Bienal de Luanda.
Sobre o encontro com o corpo diplomático, explicou que a iniciativa teve como objectivo apresentar os preparativos do evento, esclarecer questões relacionadas com a organização e promover a participação dos países convidados.
Nuno Caldas considerou o encontro produtivo e interactivo, tendo destacado a apresentação do portal oficial da Bienal, que disponibiliza conteúdos em quatro línguas, nomeadamente português, inglês, espanhol e francês.
A 4.ª edição da Bienal de Luanda realiza-se sob o lema “Reforço da Governança da Água em África como Instrumento de Prevenção, Mediação e Resolução de Conflitos”.
A iniciativa está alinhada com as prioridades continentais da União Africana, relacionadas com a garantia do acesso sustentável à água e ao saneamento, bem como com os esforços internacionais de cooperação nestes domínios.
A Bienal de Luanda é uma iniciativa do Governo de Angola, em parceria com a União Africana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).AMC/ART




