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Entre os meios distribuídos constam moto-cultivadoras, charruas, enxadas, moto-bombas, motorizadas de três rodas.
Segundo o director-geral do Instituto de Desenvolvimento Local - FAS, Belarmino Jelembi, os meios distribuídos serão pagos numa modalidade a ser definida pelas cooperativas e pelo FAS.
Conforme o responsável do Kwenda, a modalidade de pagamento "não irá prejudicar as cooperativas, mas, sim, contribuir para o seu próprio desenvolvimento".
Segundo Belarmino Jelembi, este processo começou com o incentivo à produção de feijão, permitindo às famílias aumentar a produção e comercializar os excedentes, transformando a actividade agrícola numa fonte de rendimento.
O director-geral do FAS sublinhou que a aposta nas cooperativas agrícolas e no acesso a meios de produção permitirá reforçar a capacidade produtiva e a geração de rendimentos das famílias beneficiárias do Kwenda nos municípios abrangidos.
No total, foram abrangidos 3.764 beneficiários de cooperativas dos municípios do Andulo, Calucinga, Camacupa e Nharea.
A entrega dos meios às cooperativas coube à governadora provincial do Bié, que destacou os resultados alcançados pelo Kwenda no município do Andulo, comparando o programa a uma semente lançada à terra, que tem permitido colher frutos através do apoio às famílias e comunidades.
A governadora salientou que o Kwenda tem contribuído para transformar os apoios recebidos em actividades produtivas e pequenos negócios, permitindo que os beneficiários avancem gradualmente para a geração de rendimentos e maior autonomia económica.
Já as cooperativas asseguraram que vão conservar os meios recebidos, produzir em grande escala diversos produtos agrícolas e fazer o reembolso dos valores nas contas comunitárias, para o desenvolvimento das cooperativas.
O Novo Jornal soube que muitas cooperativas organizadas não foram aceites no processo de selecção por não apresentarem os requisitos exigidos. A segunda fase do Kwenda arranca no Bié no próximo dia 26.
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