O MPLA reafirmou o seu firme compromisso com a modernização da comunicação política e com a capacitação contínua dos seus quadros.
O posicionamento foi expresso pelo secretário do Bureau Político do MPLA para a Informação e Propaganda, Esteves Hilário, no encerramento do I Seminário Nacional de Capacitação direccio- nado às secretárias dos departamentos de Informação e Comunicação (DINT) da Organização da Mulher Angolana (OMA). Esteves Hilário justificou a estratégia partidária sublinhando que a actualidade é marcada por profundas transformações tecnológicas. Nesse cenário, a comunicação transcendeu o papel de mero instrumento de divulgação para se converter num factor decisivo de mobilização de massas, formação da consciência social e afirmação política. As redes sociais, as plataformas digitais e as novas ferramentas de difusão alteraram de forma irreversível a dinâmica de interacção e de formação de opinião pública dos cidadãos. Em face disso, o secretário do Bureau Político alertou que a “batalha das ideias” é travada em tempo real, exigindo das estruturas partidárias elevada preparação técnica, responsabilidade e constante capacidade de adaptação. O dirigente partidário ex- plicou que esta realidade motivou a realização do certame com os quadros femininos da OMA. O foco centrou-se no aprofundamento de competências em comunicação política, produção de conteúdos digitais, gestão estratégica de redes sociais, marketing digital e aplicação de novas tecnologias voltadas para a mobilização social. “Estas competências deixaram de ser opcionais; tornaram-se instrumentos indispensáveis para qualquer organização política moderna”, sublinhou. No encerramento da sua alocução, o secretário do Bureau Político enalteceu o papel histórico da OMA, lembrando que a organização feminina do partido esteve sempre presente nos momentos cruciais da História de Angola, desde a Luta de Libertação Nacional até à consolidação da paz e ao fortalecimento da democracia. Esteves Hilário enfatizou que a OMA vai continuar na vanguarda dos desafios futuros do país e que a voz da mulher angolana deve ocupar as esferas de comunicação com inteligência, criatividade e rigor institucional.




