Cazenga – O secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, apelou, esta quinta-feira, em Luanda, à adesão massiva ao registo eleitoral oficioso, para garantir o exercício do direito de voto nas eleições gerais de 2027.
Cazenga – O secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, apelou, esta quinta-feira, em Luanda, à adesão massiva ao registo eleitoral oficioso, para garantir o exercício do direito de voto nas eleições gerais de 2027.
O responsável falava à imprensa após uma visita de acompanhamento do processo orgânico e do registo eleitoral oficioso no município do Cazenga, onde os comités do partido já mobilizaram cerca de 23 mil militantes para o cadastro, de um universo de 64 mil.
Paulo Pombolo apelou aos militantes, simpatizantes, amigos do MPLA e à população em geral para se dirigirem aos Balcões Únicos de Atendimento ao Público (BUAP) e cumprirem o dever de actualização dos dados eleitorais.
“Os comités do partido têm essa responsabilidade e, em princípio, os números estão a crescer. Vamos continuar a trabalhar, a mobilizar os nossos militantes, simpatizantes e amigos do nosso partido no sentido de afluírem aos Balcões Únicos de Atendimento ao Público e cumprirem com o seu direito”, disse.
Sobre o funcionamento dos BUAP, apontou dificuldades relacionadas com equipamentos que necessitam de recuperação, para colocar em pleno funcionamento os cinco balcões existentes no município e aumentar a capacidade de atendimento.
Paulo Pombolo salientou que as acções de mobilização fazem parte da preparação do Congresso do MPLA e do desafio eleitoral de 2027.
Por seu turno, a primeira secretária municipal do MPLA no Cazenga, Nádia Neto, garantiu o acompanhamento do processo e o cumprimento das orientações do Comité Provincial de Luanda, com vista ao reforço da mobilização no município.
“Temos um bom número de militantes, ainda aquém do resultado esperado, portanto, esse controlo vai continuar”, sublinhou.
O registo eleitoral oficioso decorre até 31 de Março de 2027 para os cidadãos residentes no país, enquanto para os angolanos no exterior terá início em Janeiro de 2027.
A operação prevê abranger mais de 16 milhões de cidadãos nacionais maiores de 18 anos, residentes no país e no exterior, através do sistema de “prova de vida”, mecanismo destinado a confirmar a existência física dos cidadãos e actualizar os respectivos dados no ficheiro eleitoral.
Para a operação estão previstos 634 postos de atendimento em todo o território nacional, dos quais 254 entraram em funcionamento na primeira fase, com mais de 10 mil brigadistas.ACS/ART




