Podemos usar o Meta Pixel para medir visitas e novas subscrições. A sua escolha não afecta a newsletter. Saiba mais.

Resumo: Israel e Hamas selam trégua em Gaza após mediação de EUA, Egito e Qatar, prevendo troca de reféns, recuo militar e ajuda humanitária urgente.
Em 9 de outubro de 2025, após dois anos de intensos combates na Faixa de Gaza, mediadores dos Estados Unidos, Egipto e Qatar anunciaram um acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas. O pacto visa interromper bombardeamentos e hostilidades, marcando o fim da fase mais violenta do conflito. Civis palestinianos e israelitas aguardam o início de um período de trégua e negociação política sob observação internacional rigorosa.
O texto prevê a libertação de reféns em fases, com a libertação imediata de 20 detidos israelitas e 1.950 prisioneiros palestinianos dentro de 72 horas após o início da trégua. As tropas israelitas recuarão para uma zona demarcada pela “linha amarela” definida pelos Estados Unidos. Está autorizada a entrada de ajuda humanitária, incluindo alimentos, medicamentos e combustível às populações mais vulneráveis.
Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
Selecionadas entre 22 fontes.
Um e-mail por dia. Cancele quando quiser.
O acordo histórico conta com o papel decisivo do Presidente norte-americano Donald Trump, do Presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi e do Emir do Qatar, Tamim Hamad Al Thani. A União Europeia ficou fora das negociações principais, gerando críticas sobre o seu envolvimento reduzido. Representantes do Egipto destacaram que Sharm el-Sheikh ofereceu um ambiente propício ao diálogo direto e indireto entre as partes.
Agências da ONU, como o UNRWA, anunciaram estar prontas para acelerar o envio de ajuda alimentar e de emergência às zonas mais afetadas. Segundo o Diretor-geral Philippe Lazzarini, há estoques suficientes para três meses. O UNOPS estimou em cerca de 45 mil milhões de euros o custo da reconstrução de infraestruturas, incluindo remoção de escombros, habitação, escolas e hospitais destruídos durante os bombardeamentos.
Apesar do otimismo, organizações de direitos humanos e analistas apontam desconfiança mútua entre Israel e Hamas. alerta para riscos de incumprimento de cláusulas cruciais, como desmilitarização e garantias de segurança. Monitorização internacional e exigências de transparência serão fundamentais para avaliar o cumprimento do acordo. Observadores destacam que o pacto só valerá se houver compromisso real de ambas as partes.
Ainda não há comentários.