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Imagem: Ver Angola
Resumo: O líder da UNITA criticou a Constituição angolana, defendeu que ela cria instabilidade e voltou a rejeitar qualquer revisão que possa abrir caminho ao alargamento de mandatos presidenciais.
Adalberto Costa Júnior afirmou, na abertura de um seminário de capacitação dos deputados da UNITA, que a Constituição de Angola “não é democrática” e que o modelo vigente gera instabilidade, por manter a eleição do Presidente da República ligada ao resultado das legislativas, em vez de voto directo. A posição foi reportada por dois textos sobre a mesma intervenção.
[1] Ver Angola[2] Folha 8Segundo as duas fontes, o presidente da UNITA disse que o partido rejeita qualquer revisão constitucional para alargar mandatos presidenciais e insistiu que não há alternativa sem revisão, ao mesmo tempo que garantiu que a UNITA não apoiará esse processo. O discurso enquadrou também as eleições gerais de 2027 e o actual ciclo presidencial de João Lourenço.
[1] Ver Angola[2] Folha 8Receba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
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As fontes atribuem a Costa Júnior críticas à concentração do poder político e à actuação dos meios estatais, alegando censura e falta de pluralidade, além de apontar o agravamento da fome, da indigência e das limitações às liberdades fundamentais. Trata-se, porém, da leitura política do líder da oposição, não de factos verificados pelos textos para além da própria declaração.
[1] Ver Angola[2] Folha 8
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