UNITA contesta boletim único para eleger Presidente e deputados em 2027 e volta a atacar governação de João Lourenço

Imagem: Ver Angola
Resumo: Adalberto Costa Júnior criticou o modelo eleitoral e fez um balanço muito negativo dos mandatos de João Lourenço, a menos de um ano das eleições gerais de 2027.
Pontos-chave
A UNITA contestou o facto de, nas eleições gerais de 2027, os angolanos escolherem o Presidente da República e os deputados da Assembleia Nacional com um único boletim de voto, defendendo alterações ao modelo constitucional e eleitoral. Adalberto Costa Júnior argumentou que essa solução cria instabilidade, dificulta a prestação de contas e deve ser revista.
[1] Ver AngolaNa mesma comunicação ao país, o líder da oposição acusou o actual modelo de favorecer interesses partidários e criticou a ausência de autarquias locais, que a UNITA considera prejudicial para a autonomia das instituições e para o desenvolvimento municipal.
[1] Ver Angola
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Num segundo discurso divulgado no mesmo dia, Adalberto Costa Júnior classificou a governação de João Lourenço como uma "década perdida" e apresentou exemplos de desemprego, pobreza, dificuldades na saúde, educação e infra-estruturas para sustentar o balanço negativo. O dirigente da UNITA também insistiu em temas como inflação, dívida pública, diversificação económica e saída de quadros qualificados do país.
[2] Ver Angola[3] Correio Kianda



