Angola defende na ONU liderança nacional na construção da paz e apoio externo alinhado às prioridades de cada Estado

Imagem: ANGOP
Resumo: Téte António representou Angola em Nova Iorque e defendeu que a consolidação da paz deve ser liderada pelos próprios países, com apoio internacional que respeite soberania, capacidades e prioridades nacionais.
Pontos-chave
Em Nova Iorque, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, afirmou na reunião ministerial da Comissão de Consolidação da Paz das Nações Unidas que Angola defende a liderança nacional nos processos de construção da paz, com apoio internacional alinhado às prioridades e capacidades de cada Estado. A posição foi apresentada num encontro dedicado à “Propriedade Nacional na Prática”, convocado por Marrocos com os vice-presidentes Bangladesh, Brasil, Croácia e Alemanha.
[1] ANGOP[2] GiraNotíciasSegundo as duas reportagens, Angola enquadrou essa posição na sua própria experiência de reconciliação nacional e reconstrução institucional após o conflito interno, defendendo três pilares para a paz sustentável: propriedade política, institucional e financeira. Téte António apelou ainda a financiamento previsível e a uma participação mais inclusiva de mulheres, jovens, autoridades locais e sociedade civil nos processos de paz.
[1] ANGOP[2] GiraNotícias
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