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Imagem: GiraNotícias
Resumo: A ministra do Ambiente afirmou em Erevan que Angola ampliou as áreas protegidas, está a preparar a primeira área de conservação marinha e quer reforçar metas e financiamento para a biodiversidade até 2030.
A ministra do Ambiente, Ana Paula Pereira, afirmou na Cimeira de Líderes sobre a Biodiversidade, em Erevan, que as áreas de conservação de Angola passaram de 12% para cerca de 16% do território entre 2011 e 2026, num discurso em que também reiterou a meta de proteger 30% das superfícies terrestres e marinhas até 2030 e anunciou trabalhos para a criação da primeira área de conservação marinha do país.
[1] GiraNotícias[2] GiraNotícias[3] Jornal de AngolaAs intervenções oficiais referem ainda que o Plano Nacional de Biodiversidade 2026-2030 foi recentemente aprovado e prevê cerca de 200 milhões de dólares para apoiar a conservação no país, num quadro de mobilização internacional de recursos durante a COP17 da Convenção sobre a Diversidade Biológica.
[2] GiraNotícias[3] Jornal de AngolaReceba uma seleção clara todas as manhãs, às 07h.
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Entre os resultados apresentados, a recuperação da Palanca-Negra-Gigante foi destacada como um dos sinais mais visíveis do avanço da conservação: as fontes citam cerca de 430 animais registados, distribuídos pela Reserva Integral do Luando e pelo Parque Nacional de Cangandala. Ao mesmo tempo, as autoridades alertam que o aumento de elefantes e a reactivação de corredores migratórios podem agravar conflitos com comunidades locais, enquanto desflorestação, queimadas, caça furtiva e alterações climáticas continuam entre os principais desafios.
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Os relatos do encontro em Erevan também indicam que o sistema nacional de áreas de conservação passou de seis para nove parques nacionais em 2011 e conta agora com 16 áreas protegidas, além do reforço da fiscalização de 100 para 600 efectivos dedicados à monitorização e combate à caça furtiva.
[1] GiraNotícias[4] Jornal de AngolaAinda não há comentários.