Angola pede, em 4 e 5 de Novembro, financiamento previsível para operações de paz da ONU e reformas com resultados concretos para as populações

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Resumo: Em Nova Iorque, Angola defendeu em 4 e 5 de Novembro que a ONU deve assegurar mandatos realistas, financiamento previsível e reformas com impacto mensurável, tanto nas operações de manutenção da paz como no sistema de cooperação para o desenvolvimento.
Pontos-chave
Em 5 de Novembro, o representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, Francisco José da Cruz, apelou em Nova Iorque a mandatos claros e realistas para as operações de paz da ONU, com recursos adequados e financiamento previsível, e defendeu apoio político à execução desses mandatos.
[1] GiraNotíciasNa mesma intervenção, Angola destacou que os conflitos, o terrorismo, o crime organizado transnacional, a exploração ilícita de recursos naturais e os fluxos transfronteiriços de armas continuam a comprometer a estabilidade em África, e pediu cooperação entre Nações Unidas, União Africana e comunidades económicas regionais, incluindo a aplicação da resolução 2719 (2023) para financiar de forma adequada e sustentável as operações de apoio à paz lideradas pela União Africana.
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